quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Romaria da Srª do Rósario Gondomar













Numa iniciativa da Federação das Colectividades do Concelho de Gondomar, em parceria com a Câmara Municipal, realizou-se, no Mercado Municipal de S. Cosme, a 12.ª edição da “Feira das Tasquinhas”.
O evento, que contou com a dinamização e participação dos grupos folclóricos do Concelho de Gondomar, foi, como “manda” a tradição, bastante concorrido. Exemplo disso foi o dia de abertura, com enorme afluência de público.

Até ao dia 5 foi possível provar vasto leque de especialidades gastronómicas, servidas a preço competitivo. Confecção e atendimento estiveram a cargo dos grupos folclóricos concelhios que dinamizaram este certame gastronómico.
As nozes, a regueifa e o bom vinho doce foram, também, tradições que não faltaram nesta 12.ª edição da “Feira das Tasquinhas”.
Coube a Valentim Loureiro, Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, fazer, na companhia de Manuel Pinto, Presidente da Direcção da Federação das Colectividades, a abertura do evento. Ainda antes de serem provadas algumas das iguarias confeccionadas, houve ocasião para uma visita de cortesia a todos os participantes.


O Rancho Folclórico de Zebreiros, não podia ficar de fora desta grande actividade, inserida nas festas do concelho.





Para o ano há mais ;)





quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Curiosidade ao longo dos 50 anos de História



Hoje dei por mim a fazer o arquivo fotografico digital do grupo, e encontrei uma fotografia que me fez pensar.
O par de crianças que encontramos na primeira fotografica a dançar em 1984 e o mesmo que em 2010 vimos a dançar na segunda fotografia.
Assim vimos que o folclore não tem idades, ultrapassa gerações.
São pares como este que nos deixam cheios de orgulho de pretencer ao Rancho Folclorico de Zebreiros

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

XXX Festival de Folclore de Zebreiros

Sessão Solene

Palco do Festival

Gala de Abertura




Grupo em Palco

Vira Passado
No passado dia 14 de Agosto, realizou se o XXX festival nacional de folclore em Zebreiros. Foi um dia cheio de emoçoes.
As 5 da tarde realizou se a habitual entrega de lembranças aos grupos presentes, e as entidades convidadas,
Pelas 21h30, iniciou se o festival com uma sentida homenagem ao nosso falecido Presidente José Manuel.
Fizemos os possiveis para que este festival fosse mais um sucesso





quarta-feira, 21 de julho de 2010

XXX Festival Nacional de Folclore

No proximo dia 14 de Agosto, vai se realizar o XXX Festival de Folclore em Zebreiros.
Apareçam :)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Falecimento do Sr José Manuel, Presidente do Rancho Folclórico de Zebreiros

É com muita tristeza, que informo todos os folclóristas, do falecimento do nosso presidente.
Foi uma pessoa que dedicou a sua vida ao Folclore, nomeadamente ao Rancho Folclórico de Zebreiros. Como alguém disse" é um dinausauro do folclore nacional".

Assim, em nome da sua Familia e da Direcção do rancho, vimos agradecer a presença das mais variadas entidades, ranchos folclóricos, associações, pessoas singulares no seu funeral no passado dia 8 de Junho.

A missa de 7º dia irá se realizar no dia 14 no lugar de Zebreiros

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Festa dos 51 Anos de vida do Rancho Folclórico de Zebreiros



No passado dia 22 de Maio de 2010 o Rancho Folclórico de Zebreiros, teve lugar na sede do do grupo as comemorações do 51º aniversario.
Ao festejar esta data, recordamos todos os antigos componentes e dirrectores do grupo.
Venham muitos mais......... :)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Actuação na Festa em Honra de S.Jorge Padroeiro do lugar de Zebreiros



No passado dia 24 de Abril demos a nosso contribuição para animar ainda mais a Festa em Honra de S.Jorge.
São Jorge é o santo patrono da Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Lituânia, da cidade de Moscovo e, extra-oficialmente, da cidade do Rio de Janeiro (título oficialmente atribuído a São Sebastião), além de ser padroeiro dos escoteiros e do S.C Corinthians Paulista. No dia 23 de Abril comemora-se seu martírio. Ele também é lembrado no dia 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele, em Lida (Israel), onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I. Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos (decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo. A devoção a São Jorge pode ter também suas origens na mitologia nórdica, pela figura de Sigurd, o caçador de dragões.
Foi um serão bem passado, junto das nossa gentes,no nosso lugar que é Zebreiros.
Podem partes da nossa actuação na nosso canal no Youtube - Zebreiros 1959






sexta-feira, 9 de abril de 2010

A Tradição das Desfolhadas



A desfolhada é um trabalho agrícola em que se retira a espiga da planta, que se chama milho. Embora possa parecer uma festa, é um trabalho duro e cansativo, tanto para os adultos, homens e mulheres, como para os jovens e as crianças que, por essas aldeias fora, trabalham no campo.

A espiga é uma maravilha da Natureza. Pega numa e observa-a com atenção. É formada por muitos grãos a que damos também o nome de milho. Consulta «milho», no dicionário universal.

O cultivo do milho é uma tradição do Minho, Douro Litoral e Beira Litoral. Esta planta gosta muito de calor e água; por isso, é necessário muito trabalho para a regar. A sementeira é feita nos princípios de Maio; em Junho é sachado para tirar as ervas daninhas e mondado. A monda consiste em tirar dois pés de milho que estejam juntos, para que aquele que esteja mais forte se possa desenvolver melhor. Em Julho começam as regas. Há um sistema de regadio que, ainda hoje, é motivo de muitas zangas e até de acidentes graves. Quando o milho cresce, é-lhe cortado o pendão ou bandeira que é um óptimo alimento para o gado.

Nos fins de Setembro, princípios de Outubro cortam-se as canas do milho, que são transportadas para a eira no carro de bois. Na eira faz-se a desfolhada. À medida que se desfolha, vai-se amontoando as espigas em cestos de verga ou de costelas que, depois de cheios, são despejados no canastro ou espigueiro. Os jovens participam entusiasmados nas desfolhadas, sempre na esperança de encontrar milho-rei ou rainha para poderem dar um beijo ou um abraço à namorada.

O milho-rei é a espiga vermelha (quando a pessoa que desfolha encontra esta espiga, tem que dar um abraço a todas as pessoas presentes).


A desfolhada ou esfolhada ou descamisada termina sempre com uma festa, com a merenda ao som das concertinas e de um baile que dura até largas horas da noite .

segunda-feira, 15 de março de 2010

XIX Festa do Sável e da Lampreia em Gondomar 2010

O Fim-de-Semana Gastronómico “Sável e Lampreia, um Sabor D’Ouro” foi uma das iniciativas da XIX Festa do Sável e da Lampreia, que se realiza, em Gondomar, entre 19 de Fevereiro e 21 de Março. A abertura do certame aconteceu ao final da tarde do dia 12. A entrega de prémios aos restaurantes participantes, assim como aos alunos e escolas que participaram no concurso de fotografia, aconteceu no noite de 13 de Março.
E, no dia 14, depois de vários milhares de visitantes passarem pelo Multiusos, finalizou a 6.ª edição do -de-Semana Gastronómico “Sável e Lampreia, um Sabor D’Ouro”.

A “Festa do Sável e da Lampreia” é uma iniciativa da Divisão de Turismo da Câmara Municipal de Gondomar, cujo objectivo é a divulgação das potencialidades gastronómicas do nosso Concelho. Remonta a 1991 a sua primeira edição. Em 2005, e integrada na “Festa”, realizou-se a primeira edição do Fim-de-Semana Gastronómico do Sável e da Lampreia.


O Rancho Folclórico de Zebreiros teve o prazer de animar a hora do almoço do dia 13 de Março.


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Caracteristicas do Trajo Folclórico



Para se determinar se um trajo é folclórico, segundo a UNESCO, ele deve apresentar as seguintes características: tradicionalidade, dinamicidade, funcionalidade e aceitação colectiva.


Tradicionalidade: a partir de sua transmissão geracional, entendida como uma continuidade, onde os trajos novos se inserem sem ruptura com o passado, e se constroem sobre esse passado; Dinamicidade: ou seja, sua feição mutável, ainda que baseada na tradição; Funcionalidade: existindo uma razão para o trajo acontecer e não constituindo um dado isolado, e sim inserido em um contexto dinâmico e vivo; por fim Aceitação colectiva: deve ser uma prática generalizada, implicando uma identificação colectiva com o trajo, mesmo que ele derive das elites.


Esse critério não leva em conta o anonimato que muitas vezes caracteriza o trajo folclórico e tem sido considerado um indicador de autenticidade, pois mesmo se houver autor, desde que o fato seja absorvido pela cultura popular, ainda deve ser considerado folclórico.

Pode-se acrescentar a esses o critério da espontaneidade, já que o fato folclórico não nasce de decretos governamentais nem dentro de laboratórios científicos; é antes uma criação surgida organicamente dentro do contexto maior da cultura de uma certa comunidade.

A primeira função do vestuário terá sido a protecção contra o frio, o calor, a neve e a chuva, ou seja, a protecção contra as forças da natureza. No entanto, dedo adquiriu expressão cultural e mental, tornou-se uma linguagem e um código de conduta, uma forma de afirmação de identidade e uma condição social.

Os cidadãos trajavam segundo a formalidade da Corte.